Mostrando postagens com marcador passado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador passado. Mostrar todas as postagens

30 abril, 2010

caixas de pandora.



no fundo eu sempre guardo muito deles,todos de uma forma geral. Em pequenas caixas. Papéis,muitos,tiquetes de sorvete;cupons ficais de sanduiche;ingressos de cinema.
Eu queria por em caixas também o sentimento. Tudo aquilo que sentiram por mim,que eu sentia por eles,pras noites de solidão.
Tudo tabém não é necessario,pois doi demais. Mas uma boa parte. Gosto de imaginar como as coisas seriam se tivessemos continuado,se não nos tivessemos conhecidos.
dentro daquelas caixas,cada um é o amor da minha vida.
E fora delas, a minha vida por si só ja é amor.

16 novembro, 2009

a musica sem refrão.

incompleta.
É a dor que a tua ausencia faz.
a sua falta,seu vazio,presente em todos os lugares.
Eu nunca aprendi a amar outra pessoa.
De alguma forma,me prender a você me dava liberdade.
Era o seu amor que me guiava.
agora,eu me perdi.
Como na cova onde jaz seu corpo.
o abismo do qual despenco é frio.
E não adianta dizer que enquanto os refrões não forem cantados eu te espero,porque não é verdade.
Você não virá.
sobrou a flor no meu dedo.
sobrou o mar dos meus olhos,verdes,molhados e salgados.
sobrou um muito de sentimento.
e ainda depois de 2 meses,
sua musica ecoa em mim.

25 julho, 2009

gufy, meu heroi

quando eu era pequena. Todo mundo aceitava numa boa eu dormir com um ursinho de pelucia.
Era sempre o mesmo. Um cachorro que lembra um baset,de olhos caidos e orelhas gigantes. branco com manchas marrons.
Ele fica em cima da minha cama. Deixo o verbo no presente,porque eu superei o que todos diziam.
que quando ouvesse o primeiro raio de homem,eu esqueceria. Mas quantas noites de pesadelos eu liguei chorando pra qualquer homem e eles estavam oucupados demais,dormindo ou curtindo a vida. Mas Gufy (o nome do cachorro). Estava sempre la, em cima da cama e eu quase o esganava de tanto que o abraçava e se fosse de verdade,provavelmente morreria afogado nas minhas lagrimas. Não era um cachorro, foi a primeira criatura que eu amei. E depois do primeiro raio de homem,depois do primeiro homem de fato,ele continuou la. A 16 anos aquele mesmo cachorro ainda toma minhas dores,ainda me faz compania nas noites frias,ainda me dispões seu silencio tão confortavel.
afinal,quem nunca abraçou um bicho de pelucia pra não enlouquecer?

15 junho, 2008

sobre borboletas e anti-herois

começo de subito
comentarios em fotologs
inocencia de gente atoa
corações sozinhos
e vontade
afinal,quem aqui é feito de ferro?
msn's trocados
cantadas baratas,frases feitas.
tudo pra ser só mais um na lista
um tarde qualquer,
uma quarta qualquer
vc sabe quantas veses andei de lá pra cá?
foi tudo oq ela disse,
não queria dizer que andou com o coração na garganta,com as mãos suando frio
com as pernas tremendo,
não,ela não ia se entrega
era pra ser a unica vez,
mas foi só a primeira...
ela se acostumou com aquele cheiro,
aquela voz,tudo aquilo acalmava ela.
ela implorou por aquele sorriso...
dizem q ela esinou ele a sorrir,seria verdade?
dizem q ela esta com ele pra não ficar só,será?
mas ela ainda está ali...
e ele tem o medo de perde-la
uma borboleta esquiva que até onde se sabe se apaixonou
pelo anti-heroi do filme.
pelo cara errado.
mas veja só,ela é o odio,ensinando ele a amar
enquanto ele é um erro,mas que pra ela da certo
são planos loucos,
soluços rocos
ela queria dizer a frase,e a cada dia lhe parece mais facil dizer...
eu te amo