E era estranha a necessidade que ela sentia a necessidade dele. Não que isso nunca tenha acontecido antes, mas não de um jeito tão simples, não sem complicações. Só o sentimento. Uma coisa quase platônica, uma coisa comum. A simplicidade do dia a dia.
Simplesmente acredita numa pessoa, confia (já que não pode fazer mais nada alem disso), afinal não é nada dela, mas é muito para ela.
Não é amor, mas é gostar bastante. E não pode mudar seu próprio passado. Não tem culpa dos erros de outros, assim a única culpa que pode assumir é a de seus próprios erros. E tentou corrigi-los.
Mas tudo nela, ou é muito intenso ou então nem é. Não se tem culpa por sentimentos, mas sim por eles terem acabado. Porque sentimento de verdade só estaciona ou dá ré quando alguém da alguma mancada.
A culpa não foi dele eu te disse uma vez sobre as pessoas e a felicidade. Se a gente não encontra a gente vai atrás dela. Foi o que ela fez. E encontrou a felicidade que ela procurava em outro lugar.
Se um dia já não se via alegria, hoje ela tenta cada dia mais, tirar a tristeza